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MDma: tudo o que você precisa saber sobre essa droga!

MDMA, ou apenas MD, ou simplesmente Michael Douglas ou até mesmo Molly e Droga do Amor, tornou-se uma das drogas mais presentes nas baladas de jovens de classe média e alta no Brasil e em vários países do mundo de uns anos para cá.

E você pode até já ter usado sem nem saber 👀

Lembra quando sua mãe falava para nunca deixar seu copo de bebida marcando bobeira nas festas?

Poisé…

Mas você também pode ter usado essa droga conscientemente mesmo sem saber do que se tratava exatamente, apenas curtindo o efeito produzido em seu corpo.

A sensação pode ser boa, mas existem vários riscos e consequências 🤔.

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A MDMA é princípio ativo do ecstasy e possui efeitos parecidos com aqueles proporcionados pela droga: euforia, sensação de bem-estar, alterações sensoriais, aumento na sensibilidade e no interesse sexual.

Solúvel em água ou álcool, a substância sintética é diferente da metanfetamina e seus efeitos são mais moderados e parecidos com o do LSD (também conhecido como doce) mas sem tantas alucinações. Eles podem durar, em média, 8 horas.

Constantemente marcando presença nas baladas, shows e raves, a MDMA tem sido utilizada no mundo inteiro com a finalidade de aumentar a disposição e o rendimento dos festeiros.

Afinal, ele retardada o sentimento de sono: “nunca mais eu vou dormir“, lembra?

Quer saber mais sobre o assunto? Confira o nosso post de hoje e veja tudo o que você precisa saber sobre a MDMA!

O que é MDMA?

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Sintetizada em laboratórios e com uma estrutura diferente da metanfetamina e da mescalina, a droga MDMA nada mais é do que o ecstasy (bala) em sua forma mais pura. Ambos são alucinógenos e capazes de alterar o estado de consciência do usuário. 

No entanto, enquanto o ecstasy é manipulado e vendido em pílulas, a MDMA pode ser comercializada em gotas, cristais ou até mesmo pó — o que faz com que ela seja facilmente dissolvida em água e proporcione efeitos psicodélicos com muito mais rapidez. 

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A substância foi patenteada pela primeira vez ainda no início do século XX, pelo laboratório da empresa farmacêutica Merck, na Alemanha, como inibidor de apetite. 

Com o passar das décadas, cientistas e psicoterapeutas passaram a fazer uso da MDMA em tratamentos psicológicos como um elevador do estado de ânimo. 

Afinal, a droga apresentava vantagens sobre suas antecessoras e não provocava mudanças comportamentais tão intensas nos pacientes.

Já nos anos 80, a MDMA não só era utilizada por médicos para tratamentos como também passou a ser usada como uma droga recreativa entre os jovens norte-americanos.

Nessa época, a MDMA era comercializada como ecstasy e ainda era muito pouco conhecida aqui no Brasil 🇧🇷.

No entanto, no início dos anos 2000 foi descoberto o primeiro laboratório de ecstasy em São Paulo e, atualmente, estima-se que mais da metade da droga consumida no país seja produzida em pequenos laboratórios urbanos nacionais.

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Como o ecstasy se popularizou e ganhou novas formas e composições, a reputação e, consequentemente, o preço caíram consideravelmente, enquanto a MDma foi se consolidando como uma droga mais valorizada, custando hoje cerca de R$ 150,00 a grama.

Por isso, é mais comum de ser encontrada em festas e eventos de pessoas de classe média alta. 

Vale destacar que, por se tratar de uma droga produzida em um país no qual o seu consumo é criminalizado, ninguém realmente é capaz de garantir a autenticidade do que está sendo vendido como MDMA.

Sendo assim, existe a grande probabilidade de que a droga comercializada contenha substâncias desconhecidas na sua composição, fazendo com que seja impossível prever seus efeitos e com que o uso represente altos riscos à saúde.

Além disso, outras substâncias mais baratas e com efeitos mais rápidos, como a metilona, podem ser acrescentados ao que é vendido como o autêntico MD, tornando tudo ainda mais perigoso.

Portanto, cuidado!

 


Quais são os efeitos do MD?

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Utilizada tipicamente por jovens adultos em festas dos mais variados estilos, a finalidade principal da droga é alterar o estado de consciência do usuário, liberar mais energia nas pistas de dança e aumentar a sociabilidade. 

No organismo, a MDMA age no sistema nervoso central e causa o aumento da liberação dos neurotransmissores serotonina, dopamina e norepinefrina — responsáveis pelo prazer, pela motivação e pelo foco. 

Em outras palavras, as emoções ficam à flor da pele, o humor torna-se mais descontraído e há um aumento significativo na percepção visual e sonora, bem como no desejo sexual, além da falta de apetite e maior sensibilidade ao toque.

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Como há aumento da frequência cardíaca, temperatura do corpo e sudorese, também há o aumento do desejo de consumo de água

Em contrapartida, há dificuldade em urinar após altas doses de MDMA. Portanto, é importante não fazer o consumo exagerado de água e usar roupas leves caso você perceba que usou essa droga.

Os efeitos da MDMA começam a surgir de 20 a 60 minutos após a ingestão e costumam durar de 4 a 8 horas.

Entretanto, após o seu consumo, a substância também pode causar efeitos colaterais nada agradáveis aos seus usuários.

O caso recente que chocou o país, o australiano Rye Hunt aspirou a MDma, teve um surto, brigou com o amigo, ficou dias desaparecido e foi encontrado morto.

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Por estimular a serotonina, a redução na taxa desse neurotransmissor pode causar depressão, tristeza intensa, sentimento de solidão e diminuição da produtividade nos dias posteriores ao uso da droga.

Ademais, a MDMA pode causar transtornos como psicose e ataques de pânico, além de levar à dependência química e psicológica. A longo prazo com consumo contínuo, também pode gerar problemas de aprendizagem e memória.

Como ela é conhecida?

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A sigla MDMA nada mais é do que a abreviação para metilenodioximetanfetamina.

No entanto, popularmente a droga também é conhecida entre os jovens como Molly nos Estados Unidos e MD/Michael Douglas no Brasil — em referência ao nome do ator norte-americano com as mesmas iniciais.

Muitos também a chamam de droga do amor.

Além disso, ela também tem se tornado bastante conhecida na cultura pop.

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Alguns artistas têm feito alusões constantes à droga em suas obras. É o caso de Madonna que, em 2012, lançou um álbum intitulado “MDNA”.

Alguns acreditam que seja apenas uma abreviatura do nome da cantora. Outros dizem que a sigla pode ser entendida como uma alusão ao nome da substância.

Curioso é que, no mesmo ano, a cantora foi motivo de polêmica na imprensa quando gritou em um de seus shows: “alguém aí viu a Molly?”.

Além dela, Miley Cyrus, Lady Gaga e Demi Lovato já afirmaram que fazem ou fizeram o uso da droga. A primeira, inclusive, já fez uma música inspirada na MDMA, enquanto os cantores Jay-Z e Rick Ross já citaram a droga em músicas e shows, assim como Nicki Minaj.

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No Brasil, a música mais conhecida é do cantor/DJ João Brasil. O nome você já deve saber, afinal, ela foi batizada como Michael Douglas. Mais claro impossível.

Como reduzir seus danos?

Certamente, a melhor atitude para reduzir os danos das drogas é não usá-las.

Ainda assim, sempre existirão pessoas dispostas a usar substâncias ilegais e a pagar o preço por isso.

Atualmente, a criminalização e a punição não se fazem totalmente efetivas para o desencorajamento daqueles que escolhem usar determinadas drogas.

Por esse motivo, outras medidas também precisam ser tomadas a fim de gerar uma maior conscientização sobre a MDMA.

A divulgação de informações de segurança sobre a MDMA, tais como dicas e alertas para usuários e não usuários, além da exposição dos riscos que ela traz à saúde pode ser uma das estratégias de redução dos danos.

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É importante ter em mente que ainda há lacunas quanto aos mecanismos de ação da MDMA e, por essa razão, seus efeitos, benefícios e contraindicações continuam sendo estudados até hoje.

Por fim, vale dizer que a MDMA é uma substância sintética diferente das demais drogas conhecidas e, por isso, possui uma falsa fama de ser segura para o uso recreativo.

Embora ainda existam alguns registros médicos sobre os benefícios do seu consumo, também não há como negar que existem indicativos de que a MDMA é extremamente neurotóxica.

Caso você use a MDMA algum dia, opte por quantidades pequenas.

Relatos indicam que os efeitos da droga são reduzidos a partir da frequência do uso. E, como sabemos, em vez de parar, as pessoas preferem utilizar em quantidades maiores, e é aí que o perigo mora!

Sendo assim, é importante manter os usuários — bem como a população no geral — sempre informados sobre as consequências do uso da droga, a curto e a longo prazo.

A matéria mais completa sobre MDMA que encontramos é esta:

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